“E se lestes ou ouvistes estas minhas
palavras, o vosso crime é dobrado, pois não podereis alegar ao supremo Julgador
das vossas ações que não apareceu alguém que vos lançasse, por vos amar, e
muito, estas verdades ao vosso rosto.”
(“Madrugada do Espírito”, Plínio
Salgado, Editora das Américas, São Paulo, 1955, Obras Completas, Volume Sétimo,
página 427.)
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