O BEM CONTRA
O MAL
“Flanagan
chegara havia muito a uma conclusão confusa: não era possível salvar o mundo; o
máximo que se podia fazer por ele era amá-lo.”
(“O
Navegante”, Morris West, Círculo do Livro, São Paulo, página 18.)
******
“Herodes é
o Poder e o Poder é, ao mesmo tempo, forte e fraco; forte porque esmaga; fraco
porque tem mais medo do que uma criança em quarto escuro.”
(“A Vida de
Jesus”, Plínio Salgado, Editora das Américas, São Paulo, 1954, Tomo I, Obras
Completas, Volume Primeiro, página 119.)
******
“E depois você citou as últimas palavras de
Bruno a seus juízes: ‘Creio que vocês têm mais medo de mim do que eu de vocês.’
”
(“Os
Fantoches de Deus”, Morris West, Editora Record, Rio de Janeiro, página 97.)
******
“Neste
exato momento penso
Que maior
do que o medo que vos tenho
É o medo
que tendes, senhores,
De mim.”
(“O
Herege”, Morris West, Editora Record, Rio de Janeiro, 4ª edição, tradução de
Carlos Lacerda, fala final de Giordano Bruno, Cena I, Terceiro Ato.)
******
A existência da COLÔNIA destina-se
principalmente à construção de um modelo alternativo e avançado de vida
comunitária, o mesmo que será instaurado na Terra após os eventos apocalípticos
que se aproximam. Mas, servirá também para prestar auxílio a todas as pessoas
que necessitarem de ajuda em decorrência destes fatos catastróficos, as quais
se encontrarão em lastimável estado, carecendo de praticamente tudo: alimento,
água, roupa, abrigo, remédio, esclarecimento, consolo, etc. Aqueles que
primeiro formarão a nossa COLÔNIA, ajudarão os que chegarem por último. Irão na
frente com a consciência de que estarão construindo um refúgio para os que não
deixarão as cidades, mas por elas serão
EXPULSOS. Uma minoria terá a iniciativa de abandonar as “benesses” da
sociedade. Poucos sentirão o CHAMADO. Em relação a estes, já foi dito: “Se você
perder a chance de ajudar muita gente, passará à condição de ‘ajudado’... e
isso é inadmissível para quem já vem recebendo chamamentos e informações há
tantos anos!”
Seja em nossa COLÔNIA , seja
em uma comunidade rural, seja num lugarejo isolado, procure um ponto longe das
grandes aglomerações urbanas, (quanto mais despovoado for, melhor!),
desvencilhe-se do supérfluo, pegue a estrada e construa o seu recanto, enquanto
ainda é tempo. O grande vidente Edgar Cayce disse: “Quem estiver em condições
de comprar um pedaço de terra considere-se afortunado porque não passará fome
no futuro (...). Tudo o que mantém a vida provém da terra. Por isso, é preciso
voltar a ela. Cada um deve estar apto a obter da terra tudo quanto seja
necessário a si próprio e à sua família”. Quando falir os sistemas de
abastecimento, não haverá gasolina e diesel à venda nos postos, e apenas
bicicletas, carroças, cavalos e os pés
serão os meios de transporte. Estaremos lá na COLÔNIA, esperando pelos
desesperados, por aqueles que foram iludidos pelos governantes, pelos
jornalistas, pelos cientistas, pelos magnatas, acreditando em suas mentiras,
desconhecendo por completo em que tipo de “civilização” estavam vivendo.
Desligue a TV, feche os olhos e comece a pensar. Pare e reflita. Acreditamos
que ainda temos tempo, mas o tempo é curto e passa rapidamente. A despeito
disto, ninguém deve se precipitar. Não tencionamos provocar medo e pânico, mas
alertar. É bom frisar que não há lugar
garantido para os despreparados de corpo e alma, tanto quanto não há lugar
perigoso para quem sabe, confia e está servindo o próximo, sem se preocupar
consigo próprio. O local mais seguro
é aquele em que a sua dedicação aos necessitados for completa e incondicional –
já nos disseram os ETs.
Haveremos de construir na COLÔNIA
refúgios coletivos para os desabrigados, estocando alimentos, roupas, etc. Sem PREVISÃO não haverá PROVISÃO. E
contaremos, nesta tarefa, com o inestimável apoio material de seres extra e
intraterrenos, com os quais inevitavelmente faremos contato. Ninguém estará ali
para salvar a própria pele, e a de familiares e amigos. Isto é materialismo
inaceitável e ignorância espiritual. Divisões entre os consanguíneos ocorrerão
em quase toda família: o exagerado apego a pais, filhos, irmãos, tios, primos,
etc., deve ser substituído pelo pensamento de que cada um tem o seu destino em
separado, e a nossa verdadeira família é a humanidade. Pouquíssimos terão de
viver todos os acontecimentos esperados, vivos, em corpo físico, na superfície
da Terra. Estes caberão em grutas naturais, nos abrigos que já estão sendo
especificamente preparados para isto. Muitos serão retirados da superfície terrestre
por naves alienígenas, (a chamada “Operação Resgate”, ou “Arrebatamento”,
efetuada pela “Frota Alfa-Ômega”), e
resguardados dos terríveis eventos em naves-mães e em bases na Lua, Marte,
Júpiter, etc., até que passe todo o processo de transformação terrestre. E
muitíssimos terão de desencarnar.
O Brasil receberá em sua costa
atlântica e nos aeroportos internacionais um grande número de refugiados dos
países europeus, os quais fugirão das condições particularmente duras que
atingirão toda a Europa. Sabe-se, por meio de mensagens alienígenas, que o
Continente Europeu desaparecerá, dele quase nada restando. Teremos que receber
este contingente e dele cuidar, esquecendo o que foi no passado: povos
colonizadores, que saquearam, escravizaram e massacraram as nações pobres da
América Latina, da África, do Oriente Médio e da Ásia. O nosso Coração é nobre
e generoso, facilmente inclinado ao perdão. Esta vinda se dará porque o
território brasileiro, em especial a parte central, sendo o mais antigo sedimento
geológico planetário, pouco será afetado pelas inúmeras comoções a que estará
sujeita a Nave Terra. E um exemplo deste fator emigratório, é a imensa
“fazenda” que o Vaticano possui no Estado de Mato Grosso, com várias casas e
benfeitorias, cuja destinação será abrigar o papa e a cúpula da igreja romana,
quando tiverem de abandonar a Itália. Isto não é segredo, mas um fato conhecido
naquela região. Não sabemos exatamente onde se situa.
Manteremos o grosso da nossa equipe na
COLÔNIA, no alto da serra, recebendo os flagelados que nos procurarem. Outra
parte do pessoal ficará no SÍTIO em
Olhos D ’Água e na CASA em Bocaiúva, atuando junto à
população, dando os primeiros-socorros aos necessitados e encaminhando-os à
COLÔNIA. Milhares de pessoas serão pressionadas a buscar esta região. É
importante a ajuda às populações que haverão de migrar, mas o preparo dos
hospedeiros é mais importante ainda. Os nossos voluntários deverão estar
concentrados nos postos de serviço, fixos e volantes, espalhados nas estradas,
acampamentos, vilarejos e nos abrigos coletivos. Esclarecer, curar, alimentar,
vestir e abrigar essa gente toda será uma árdua tarefa. E teremos na CASA de
Belo Horizonte uns poucos elementos corajosos e abnegados, os quais terão a
função de direcionar até a COLÔNIA aqueles que puderem. Assim, cumprir-se-á com
sucesso o objetivo de todo o trabalho, que é desenvolver o espírito comunitário
e o amor ao semelhante.
De há muito perdemos a ilusão de que o
mundo possa ser salvo. A única expectativa que nos resta é a de sabermos em que
dia maravilhoso se dará o início de sua derrocada!... Quando o “Apocalipse”
começar a ocorrer, colocaremos os joelhos no chão, levantaremos as mãos ao céu,
e agradeceremos à Divindade tamanha Misericórdia, pois significará a Grande
Transformação deste mundo desumano e injusto em outro mais amoroso e perfeito. E não há Parto sem Dor. Do contrário, ou
seja, se não houver esta Intervenção do Alto, então estaremos certos de que não
existe a Justiça Divina, e de que o nosso fim será muito mais lento e
doloroso!...
-.-.-.-.-.-
A
COLÔNIA, como um todo, não aceitará de forma alguma qualquer ingerência do
Poder Público, seja federal, estadual ou municipal, trate-se da cobrança de
impostos e taxas, da exigência de alvarás e licenças, dos vários tipos de
coação e extorsão em que é contumaz, ou do que quer que seja, pois não se
sujeitará a “travestir-se” de “pessoa jurídica”, inexistindo, portanto, perante
o mundo. Assim como deixaremos que esta “civilização” siga o seu voluntário
caminho rumo à autodestruição e à morte, assim pediremos que nos deixem em paz
em nossa busca pela Vida. Agora, individualmente, cada um estará livre para
manter os seus compromissos civis com a sociedade, ou rompê-los em definitivo.
Note-se o que escreveu Luiz Gonzaga
Scortecci de Paula, em seu livro “Mensagens Extraterrestres”, 1ª edição, 1982,
página 117, sobre o “Projeto Alvorada”:
“Lembraria aqui da importância da
institucionalização formal desses grupos para que se evite problemas
desnecessários com as organizações oficiais e de governo que acompanham
atividades clandestinas, com as quais jamais deveremos nos confundir, em
momento algum, pois nosso trabalho visa o Homem, a Humanidade como um todo, é
aberto e Universalista, não-sectário, e não é contra nada nem ninguém, tanto
quanto não é a favor. No contexto do PROJETO TERRA não há lugar para
desrespeito e violência à parte que é de ‘Cesar’, aspecto de nossa realidade
que é fundamental para a manutenção do equilíbrio do desenrolar do processo que
a todos nós diz respeito.”
Não concordamos com isto. Não será
pelo fato de nos “institucionalizarmos” que nos livraremos da “suspeita” do
Estado. Haja visto que atualmente no Brasil a corrupção crassa generalizada em
todos os estratos sociais, desde os mais altos dignitários políticos até o mais
humilde comerciante, e essa gente toda possui documentação em dia, empresas
registradas, etc. “Contraventores” nas áreas de jogos de azar, bicheiros, donos
de bingos e mafiosos, têm os seus “negócios” devidamente legalizados. Até mesmo
o “crime organizado” está bastante “organizado”, usando de vários recursos
instituídos para “limpar” o seu dinheiro. Diante disto, torna-se ululante e
óbvio que, para sermos “honestos”, devemos nos manter À MARGEM,
recusando-nos a participar desta esbórnia arrivista, desta pândega de
locupletações, deste festim oficializado, deste bacanal burocratizado. Para
preservarmos a pureza e a integridade, a honra e a dignidade, é de bom tom não
pactuarmos com os mecanismos apodrecidos do “establishment”. Quem com porco se
mistura, farelo come.
Quanto às “atividades clandestinas”,
deixamos neste texto bastante claro os nossos objetivos. Não possuímos outros
além dos que foram expostos. Não estaremos envolvidos com nenhuma forma de
tráfico ou contrabando, seja tóxicos, armas, mercadorias, órgãos, escravas ou
crianças. Não nos envolveremos com a falsificação de dinheiro, com estelionato
ou nenhum tipo de golpe e ato criminoso contra quem ou o que quer que seja. Não
formaremos um grupo de fanáticos dispostos ao suicídio coletivo, nem faremos
lavagem cerebral em
ninguém. Não abrigaremos em nosso meio qualquer tipo de
terrorista, nem tencionaremos usar de nenhuma violência contra a sociedade
vigente. Porém, isto é irrelevante... não é a verdadeira questão... Seremos perseguidos exatamente porque nos
propomos a criar uma Comunidade Justa, Amorosa e Humana. Seremos fustigados
precisamente porque pretendemos instalar um modelo de vida saudável e
anticonsumista. E não faz a mínima diferença termos ou não registro
oficial. Recorde-se o que o governo norte-americano fez com a comuna de
Rajneesh: destruiu-a. O Estado, a verdadeira “Besta” citada no “Apocalipse”,
não tolera nada que seja destinado à Evolução do Homem, e faz de tudo para
eliminar as iniciativas superiores, usando, para tanto, sem qualquer escrúpulo,
de todos os meios sujos, espúrios e violentos ao seu dispor. Temos a
consciência perfeita de que estamos vivendo em um mundo essencialmente
satânico. Mas, não existe nenhum Satã. Os verdadeiros Demônios são os
representantes dos Poderes Instituídos neste planeta destinado ao SUICÍDIO: os
políticos, os grandes empresários, os donos dos meios de comunicação, os
ministros das igrejas, os juízes, os militares, etc.
Nós somos VISCERALMENTE CONTRA os sistemas existentes: econômico, político,
social, jornalístico, religioso, jurídico, educacional, cultural, etc. Temos de
ser. Somos contra todos aqueles que trabalham pela sua perpetuação. Mas, não
somos contra as pessoas comuns, pois não passam de seres iludidos,
escravizados, massacrados, cegos, surdos e doentes, incapazes de ver em que
abismo se encontram. Esta nossa percepção de modo algum representa “desrespeito
e violência”. Ao contrário. No fundo, nutrimos piedade, compaixão, amor e
compreensão pela “parte de Cesar”. Se a linguagem que usamos é um pouco forte,
isto é devido ao elevado nível de indignação que trazemos no imo. Vemos a
humanidade como se fosse um doente terminal estendido numa cama hospitalar. Ninguém
é tão malvado a ponto de agredir a socos e pontapés um moribundo em seu leito
de morte. Enquanto ele estiver vivo, usaremos alguns de seus recursos, como os
serviços bancários, os Correios, o telefone, o comércio, etc. Mas, sempre
visando o grande fim: a construção da COLÔNIA.
Aos apodrecidos partidários e
defensores deste sistema maligno que aí está, um aviso: deixem-nos em paz!... Não pensem em se imiscuir em nossos planos.
Se ousarem nos atingir diretamente, saibam que estamos prontos para responder
aos ataques com firmeza, dando-nos todos os Sagrados Direitos Naturais à Defesa.
Não somos um bando de moleques
inconsequentes e irresponsáveis: sabemos muito bem o que estamos fazendo e nos
encontramos preparados física, psíquica e espiritualmente para o que der e
vier. Na guerra da Luz contra as trevas, os Guerreiros do Bem estão liberados
para, em último caso, matar os
combatentes do mal. Sejam quais forem aqueles que vierem para nos atingir, os
esperaremos sem temor algum. Existem FORÇAS
muito mais potentes que a opressão e a maldade. Existem ARMAS muito mais mortíferas que as
baionetas e as metralhadoras. Existem ESCUDOS
muito mais eficientes que os elmos e as couraças. E não temos medo de nada,
pois A NOSSA CAUSA É JUSTA E NOBRE.
Ao ser levado para a fogueira em uma carroça, amarrado e com um cabresto
na boca para não falar, vendo a multidão que esperava para assistir ao seu
suplício, o grande Giordano Bruno pensava:
“-
VOCÊS TÊM MAIS MEDO QUE EU!!!...”
Nenhum comentário:
Postar um comentário